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A conquista da Taça CERS pode ajudar o Bafullsizerender_2rcelos a virar a página nesta reta final da época, na qual ainda luta pelo acesso à Liga Europeia e pela Taça de Portugal, segundo o capitão Luís Querido, peça-chave no segundo destes troféus da história do clube minhoto.

“Esta Taça CERS vai marcar-me para sempre”, diz ainda o autor de um hat-trick na final com o Vilafranca (6-3).

O capitão da equipa não esconde a alegria e confirma que este é o melhor momento da sua carreira.

“Já vivi outras conquistas em camadas jovens, mas este é o meu primeiro título de seniores. É a segunda competição mais importante da Europa e conquistá-la em casa, perante os nossos adeptos, foi especial e vai marcar-me para sempre”, diz em declarações a A BOLA.

Vinte e um anos depois, o Barcelos volta a conquistar um título europeu e Luís Querido espera que seja um regresso para ficar. “O objetivo é continuar a estar nas decisões, porque só quem joga finais é que as pode ganhar, e o Barcelos quer estar o máximo possível. Vamos esperar que assim seja e que, para o ano, possamos estar em mais uma final europeia”, deseja o jogador de 25 anos, filho de uma velha glória do clube barcelense, José Querido.

O capitão da equipa considera que este triunfo europeu “pode ser um virar de página” e um bálsamo para um bom final de campeonato, pois “os últimos resultados não têm correspondido ao trabalho que o grupo tem desenvolvido”. A equipa está na luta pelo quarto lugar, que dá acesso à Liga Europeia, e por um lugar na final-four da Taça de Portugal.

Nascido há 25 anos e filho de uma velha glória do clube barcelense, José Querido, o defesa conta como o “pai está orgulhoso”. E acrescenta: “Sempre sonhou que um dia eu conseguisse levantar um troféu com a camisola do Óquei de Barcelos, porque toda a gente sabe o amor que tenho por este clube, no qual cresci”.

Barcelos, uma cidade em festa dupla

Com as festas da cidade a decorrer, Barcelos teve motivos redobrados para festejar após o regresso da sua equipa às vitórias europeias 21 anos depois. A equipa saiu do Pavilhão Municipal num carro dos Bombeiros de Barcelos que a transportou para o centro da cidade onde foi aplaudida e agraciada por milhares de adeptos e foliões que se divertiam na romaria. Como forma de consagração em sua própria ‘casa’, jogadores, equipa técnica e direção foram chamados ao palco principal da Festa das Cruzes e ovacionados com enorme entusiasmo das gentes de Barcelos, sobretudo da claque Kaos Barcelense.

“Festa rija”, assim classifica Luís Querido. “Termos a final four cá num fim-de-semana tão importante para Barcelos como é o da Festa das Cruzes e conseguir ganhá-la, seria histórico para o clube, mas também para a cidade, e assim foi”, conclui o capitão do Óquei de Barcelos.

Reportagem publicada no jornal A Bola no dia 3 de Maio de 2016.

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