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O presidente do Gil Vicente, António Fiusa, fala sobre o que correu mal nesta época 2014/2015 em que o clube desceu de divisão e fala do futuro sempre com a resolução do “caso Mateus” em vista. 

O que correu mal esta época?

Quando fomos buscar o João de Deus tínhamos o conhecimento de que era um treinador de futuro, que aposta em jovens, com métodos de trabalho avançados. E chegámos a Novembro com 17 pontos, íamos em 4.º lugar e já toda a gente dizia que íamos à Europa, só que no futebol, às vezes, acontecem coisas que nem a gente entende. A partir de certa altura, a equipa começou a não ganhar jogos, com o mesmo plantel e o mesmo treinador, e acabámos a época sem brilho. Depois, as pessoas começaram a falar que o João de Deus podia ir embora, mas tinham-me dito que o forte dele eram os inícios de época. Constatámos isso na primeira e dei-lhe o benefício da dúvida na segunda. Quando à 3.ª jornada não tínhamos um ponto e a equipa não se encontrava, tinha que o mandar embora. Se adivinhasse o que iria acontecer, tinha-o mandado no final da época.

E o José Mota pareceu-lhe a pessoa certa.

Sim, porque conhecia bem a I Liga e alguns jogadores. É um homem de carácter, bom profissional e exigente. Era o homem certo. Reforçámo-nos em Janeiro e toda a gente estava confiante de que ia resultar. Por várias razões, e porque o futebol é uma caixinha de surpresas, começámos a não ganhar.

E alguma vez pensou em voltar a troca de treinador?

O presidente pensa sempre em várias situações. Se trocasse ia ser o terceiro numa época, ia desestabilizar a equipa e nada me garantia que o que viesse mantivesse o clube na I Liga. O Mota estava a fazer um trabalho correcto e, a cada jornada que passa, temos pouca margem para substituir o treinador, porque é preciso indemnizá-lo, tem sempre custos e riscos para o clube. Também tivemos algumas arbitragens que nos prejudicaram.

O José Mota sublinhou que a equipa não era dele. O plantel foi mal construído no início de época?

O plantel a era o mesmo com que o João de Deus começou na primeira época.

Tirando os centrais…

Sim, mas porque acabaram o contrato. O Danielson já tinha 33 anos e quis ir ganhar mais para o Moreirense. E o Hallison que não tinha sido muito opção. As referências que na altura o João de Deus tinha eram boas, um jogador de selecção, internacional. Não há um jogador que entre no clube sem o aval da equipa técnica, a não ser que sejam jovens que o nosso departamento de scouting recrute e nós os contratemos como activos de futuro.

Mas o Gladstone não deu nada, assim como o Baptista ou Hassan. Vários jogadores que não renderam….

O Gladstone foi indicado pelo João de Deus, tinha jogado no Sporting e em grandes clubes no Brasil, nada nos fazia prever que não se adaptasse. Mas também temos outros jogadores que foram surpresas positivas, como o Evaldo. Só que isto as coisas nem sempre dão certo.

E ainda houve o Maximilian Haas que reprovou nos exames médicos. Também tinha sido um pedido do treinador?

Quando não se tem sorte, acontece tudo. Não há um jogador que contratemos sem falar com o treinador. O guarda-redes que fomos buscar ao Santa Clara, o Serginho, foi indicado pelo Nandinho, bem como outros que temos na calha.

Disse que a médio prazo o Gil Vicente seria uma equipa a lutar pela Europa. O que falhou no processo?

Na verdade tive pena, porque no primeiro ano do João de Deus, em Novembro, íamos em 4.º e o objectivo era esse, só que o futebol… É muito diferente de gerir a minha empresa em que digo o que pretendo, planeio o trabalho e, graças a Deus, a empresa tem estado sempre a crescer. No futebol, por muito que tenha os salários em dia, por muito que aos jogadores lhes dê pequeno-almoço, apartamento, lhes pague as viagens, depois depende sempre deles e não de mim, que estou no camarote, da equipa técnica, do árbitro e ainda da sorte. A minha família diz-me: tens que sair do futebol, porque podes fazer tudo durante a semana para que as coisas dêem certo mas depois dependes de muitos factores.

Alguma vez equacionou isso?

Só estou no clube porque nas eleições não tem aparecido ninguém. O meu lugar está sempre à disposição. Se aparecer uma direcção credível para tomar conta do clube já amanhã, eu saio. Não tenho problemas nenhuns.

O Carlitos disse que gostava de ser presidente mas que não avançava contra si. Já falaram sobre isso?

Nunca falámos sobre isso. Se ele quiser assumir amanhã o clube, é muito simples, tem é que assumir também as responsabilidades. Não pode tomar conta do clube qualquer pessoa. Isto é uma empresa que tem contas auditadas. Não é como há 30 anos, que eram contas de merceeiro. E há responsabilidades na banca e a nível de impostos. O Gil Vicente paga hoje um milhão de euros em impostos.

Em 2017 volta a candidatar-se se não aparecer mais ninguém?

Calma lá. Só estou aqui para resolver o Caso Mateus. Para 2017 espero que haja alguém responsável que queira assumir o clube.

E o Carlitos pode ser a pessoa indicada?

Pelo que eu li, o Carlitos disse que gostava, mas gostar muita gente gosta… Depois, assumir as coisas é que é diferente. Ainda este mês para pagarmos o mês de Abril em impostos tivemos que ir pedir dinheiro à banca. O Gil Vicente é um clube pobre. Vamos fazer a renumeração – que é de cinco em cinco anos – e de cinco mil sócios mais de metade não paga quotas.

À volta de 2.500 sócios pagantes?

Nem a isso chega! Como é que um clube pode sobreviver? O Gil Vicente não tem receitas, tem sobrevivido com autênticas engenharias financeiras da minha direcção que se vê com muitas dificuldades para fazer face com dignidade à situação do clube. E na II Liga ainda é pior. Vamos ter que fazer uma reestruturação geral, de funcionários e tudo. O orçamento vai ser à volta de um milhão de euros para o futebol profissional e 500 mil para os escalões amadores. Se aparecer uma direcção credível, que assume as responsabilidades, saio já amanhã.

Mas com tantos anos de futebol, não fica o ‘bichinho’?

Continuo a ajudar o clube… e vou ter que sair um dia. O meu sonho era, antes de sair, resolver o Caso Mateus, pagar o passivo do clube e fazer um complexo para as camadas jovens e que dê apoio apoio ao futebol profissional.

Há dois anos, o presidente da Câmara disse que o Município já tinha adquirido os terrenos para a construção da 2.ª fase do Estádio Cidade de Barcelos. Sabe em que ponto está isso?

Sei que na altura eles tinham adquirido mais umas parcelas e agora devem estar à espera da melhor altura para começarem com as obras, pelo menos dois campos relvados para dar apoio à formação. Mas não sei em que ponto está isso. Já que falamos da Câmara, queria agradecer ao presidente, Miguel Costa Gomes, ao vice-presidente, Domingos Pereira, e ao vereador do Desporto, Carlos Brito, todo o apoio que têm dado ao clube, dentro das possibilidades, porque estamos em tempo de vacas magras. O Gil é um dos grandes embaixadores do concelho e eles sabem disso. Basta ver o tempo de antena que na I Liga o clube tem, com transmissões na televisão que vão praticamente a todo o mundo, aos emigrantes. E temos o galo nas camisolas. Há emigrantes que me ligam da Suécia, da Bélgica, da Alemanha e até da Austrália, que vêem através da net…

Então da Austrália não ligam só para o José Mota…

(risos) Não, não. Havia até um chinês, o William Cheung, que também é fã do nosso clube e tinha uma camisola.

Em que ponto está o Caso Mateus? Desde os 350 mil euros que o clube recebeu através da providência cautelar houve desenvolvimentos?

O Gil meteu a providência cautelar há 7, 8 meses e o tribunal decidiu que a Federação tinha que dar 350 mil euros ao clube, dinheiro que entrou na banca e foi logo absorvido. Estamos à espera que o tribunal marque audiência para decidir o montante da indemnização. Nós pedimos oito milhões.

Acredita mesmo que o Gil vai ganhar o caso?

Já ganhámos!

Sim, o das camadas jovens, mas a acção principal?

Acredito piamente que sim.

Para breve?

Os tribunais em Portugal são pouco céleres. Então no tribunal administrativo em que as acções não prescrevem, são muito lentos. E a Federação e a Liga têm posto recursos para atrasar o processo. Acredito que a decisão da acção principal saia até ao fim do ano. E depois a Federação ainda pode recorrer, por isso, só daqui a dois anos ou três anos teremos a acção principal transitada em julgado como já transitou a das camadas jovens e Taça de Portugal. Não acredito que, depois de o tribunal, que é o mesmo, nos dar razão na Taça de Portugal e nas camadas jovens não nos vá dar na acção principal. Seria um contra-senso enorme. Vamos ganhar a acção principal e mais tarde ou mais cedo a indemnização virá. E se estivermos na II Liga, o tribunal deverá determinar a subida.

Como está a situação financeira do Gil?

Está como o país, como muitas famílias portuguesas, como muitas câmaras e a maioria dos clubes portugueses. Não há recursos e com a descida temos que apertar mais o cinto. Em Portugal os clubes de cidades pequenas têm uma dificuldade grande. No nosso concelho não se percebe que haja mais gente a gostar do Benfica, Porto ou Sporting do que do Gil Vicente. Há milhares de barcelenses a apoiar os clubes grandes quando vêm cá jogar.

As iniciativas nas escolas são para contrariar isso. Sente que têm dado resultado?

A minha direcção tem feito um trabalho espectacular mas que só se vai notar daqui há dez anos quando os miúdos que hoje têm sete, oito, nove anos começarem a ter o tal gosto e o carinho pelo clube da cidade.

Como está o caso do César Peixoto?

Até evitar falar nesse caso, porque fui eu que trouxe o César Peixoto para o Gil e gosto muito dele. Só que, como presidente do clube, sou inflexível na questão disciplinar e o César portou-se mal com a entrada do Mota. Na altura aconselhei-me com alguns jogadores mais velhos e eles disseram-me que era verdade o que se estava a passar.

Desobedecia ao treinador?

Está entregue ao departamento jurídico, não queria estar a alongar-me. Não gostei de algumas atitudes que já foram públicas, como o caso de não ir às escolas. Quando veio para o clube era precisamente para ser um símbolo e ir às escolas. Se foi uma ou duas vezes, já foi muito…

O caso desestabilizou o plantel?

Acho que não, porque ele até já nem jogava. Concordo que o início de época foi mau, o grande mal foi a primeira volta, porque na segunda fizemos o necessário para ficar na I Liga. Aí o Mota tem alguma razão.

Apostou no Nandinho porquê? Chegou a ponderar a continuidade do José Mota?

O Mota é um bom profissional, um homem que incute garra, mas não conseguiu os objectivos. Não interessa se foi por causa da primeira ou da segunda volta. Na segunda também podíamos ter feito melhor, se tivéssemos vencido os dois últimos jogos tínhamos ficado na I Liga. Tinha prometido um prémio ao grupo todo se ficássemos. O Nandinho sempre foi um bom profissional e fez um trabalho muito positivo na formação e como queríamos lançar jovens e lhe reconheço qualidade foi o escolhido.

Não lhe exigiu a subida imediata, apesar de assumir que o Gil é sempre candidato.

A II Liga é diferente da I. Posso-lhe dizer quem vai ser o campeão para o ano: Benfica, Porto ou Sporting. Na II Liga não é assim, há sempre cinco ou seis clubes que se posicionam para atacar a subida. E gastar dinheiro não garante a subida. Este ano fomos ao mercado em Janeiro, agravámos o orçamento para tentar ficar na I Liga e não conseguimos, vou agora apostar? E se a gente não sobe? Se eu fosse o bruxo de Fafe, apostava já forte (risos).

Mas o bruxo de Fafe também falha muito…

(risos) O Mestre Alves perguntou-me: “Quer que o Gil fique na primeira?”. E eu respondi: “Quero”. Não sei se ele foi a tempo, mas acho que não (risos). Vamos fazer uma equipa competitiva mas não podemos estar a perder a cabeça, a gastar dinheiro. Agora há o fairplay financeiro. Graças a Deus, com maior ou menor dificuldade em ir à banca, temos os impostos e os salários em dia e outros clubes não. E eu vou estar atento a isso! Já soube que o Boavista não pagou ao fisco. E aí nem que eu tenha que meter o Ministério Público nisso. Não sou contra ninguém, sou pela verdade desportiva. Então o Setúbal anda há 20 anos com salários em atraso, a não pagar impostos, metem PER [Processo Especial de Revitalização] atrás de PER… Que futebol é este?

Em 2011 disse-nos que tinha emprestados ao Gil Vicente 1,5 milhões de euros…

Continua na mesma. Onde vamos buscar o dinheiro? O passivo do clube é de 5 milhões de euros. Estou a contar com as indemnizações do Caso Mateus.

No ano de regresso à I Liga o Gil teve um milhão de lucro…

Da venda do Zé Luís, mas foi logo para pagar alguma coisa. E nesse ano fomos à final da Taça da Liga, recebemos 700 e tal mil euros. Agora os clubes não recebem nada da Taça da Liga.

Que tipo de equipa o Gil Vicente vai ter para o ano?

Conjugação de experiência e juventude.

O Gil tem jogadores emprestados…

Não temos muitos. O Ely, o Brito (mas esse deve ir) e o Alphonse. Em princípio vêm fazer a pré-época para o Nandinho os ver. Tínhamos miúdos que tinham pertencido às camadas jovens e que não têm contrato connosco e que também vêm fazer a pré-época: o Henrique, o Gabi e outros. O Goba também regressa. E vamos apostar em talentos que tivemos a sorte de este ano virem para os juniores, alguns teremos que emprestar, mas há três, quatro ou cinco que exijo mesmo que fiquem no plantel profissional.

Falando da formação, o Lim, que era o coordenador, saiu em desacordo com a estratégia do clube…

Estou à-vontade mais uma vez, porque gosto do Lim e fui eu que o meti no Gil Vicente. Mas ele não tem razão nenhuma porque sabe muito bem as dificuldades do clube e que, descendo à II Liga, é pior ainda. O Lim até era dos funcionários a part-time no Gil Vicente mais bem remunerados. Disse-me que queria abraçar um projecto profissional. A formação gasta 400 e tal mil euros por ano e a Câmara só paga 200 mil. As mensalidades que os miúdos até aos iniciados pagam são para minorar despesas com equipamentos e lanches. E outra coisa: o Lim só fez aquilo que era determinado pela direcção. (…) Antigamente chegava-se ao cúmulo de quando aparecia um miúdo com habilidade haver um treinador e um ou outro director que iam indicá-lo ao Benfica, Porto ou Sporting, segundo as suas cores clubísticas. Dei dois murros na mesa: isso não pode voltar a acontecer. Os miúdos são de Barcelos, activos do clube e gostamos de ter bons jogadores. Toda a política da formação foi transmitida ao Lim como queríamos.

O Lim defende que nesta altura é que se devia apostar mais nas camadas jovens.

Mas como? Nem temos campos para as nossas camadas jovens e vamos constituir uma equipa B? E mesmo num clube satélite tem que se pagar aos miúdos, autocarro para os transportar… É necessário uma logística que dá mais despesa. E onde se vai buscar o dinheiro? Gastamos três mil euros por mês só em gasóleo para deslocações dos miúdos. E, antigamente, na formação havia pessoas que trabalhavam por carolice mas hoje toda a gente ganha dinheiro.

Daniel Faria sucede ao Lim.

Gosto muito dele, é bom profissional e é um homem da casa. Estávamos à espera que aparecesse algo para o incorporar na estrutura do clube e surgiu esta situação do Lim.

A claque costuma reclamar mais apoio do clube. Qual a relação com a Nação Barcelense?

A claque também não tem razão nenhuma, porque, para já, aquilo não é uma claque, é um grupo de adeptos. No ano passado pagámos autocarros para eles irem aos jogos. E sabíamos que havia companhias de camionagem que não queriam alugar-lhes autocarros porque eles davam cabo de tudo. Aquilo mete sempre drogas e coisas assim e não queremos ficar ligados a isso. O sr. Francisco Pereira, vice-presidente e Relações Públicas, que dava apoio à claque, teve queixas da polícia e de outras pessoas porque eles até dentro do autocarro iam a fumar. Não é admissível. E o mínimo que se podia exigir é que fossem sócios do clube e tinham cadeira gratuita para ver os jogos. O Bruno [líder da Nação Barcelense] disse uma altura ao sr. Pereira que queria ser o Madureira [líder dos Super Dragões] do Gil Vicente… Para o jogo com o Penafiel sabe quem pagou o autocarro para eles andarem a dizer mal de mim no Facebook? Não foi o clube, fui eu que entreguei 300 euros ao sr. Pereira para lhes pagar o autocarro.

Como lida com as críticas?

Um presidente tem que ouvir as críticas. E eu gosto muito de ouvir críticas e até reflicto sobre elas, desde que sejam construtivas. Agora, críticas sem fundamento, só para tentar achincalhar as pessoas e tentar intimidar, isso não. Não cedo a pressões. Estou no Gil Vicente porque gosto do clube. Descemos, mas continuo a ser o mesmo presidente que levou o Gil Vicente ao final da Taça da Liga e que subiu o clube. O local próprio para as críticas é nas assembleias, onde eu tenho de responder perante os sócios. Agora há alguns cobardes, que nem sócios são, e vão para o Facebook denegrir a minha imagem…

Frequenta o Facebook?

Por acaso até não, mas tenho os meus filhos, pessoas amigas e colegas de direcção que me dizem. Não frequento já por causa disso. Gosto de ir aos sites dos jornais desportivos. (…) Se aparecer uma direcção responsável e séria para assumir o clube, eu deixo já amanhã o Gil Vicente. Sei que quando vierem as indemnizações do Caso Mateus vai haver alguns galifões que vão querer logo apoderar-se do clube para gastar a massa. Mas aí vão ter uma oposição muito forte do presidente Fiusa. Porque a massa que vier primeiro é para pagar o passivo e o resto para fazer um complexo para as camadas jovens, conseguir património para o clube. Só por cima do meu cadáver gastam o dinheiro noutras coisas.

Mas o complexo não é com a Câmara?

Pode não ser.

Então, financia o Gil a construção do complexo, caso o valor das indemnizações o possibilite?

Claro, por que não? Não temos qualquer problema com a Câmara, mas assim o clube nunca chega a ter património. Gostava que daqui a 20 ou 30 anos o tivesse, porque só tem uma sede velha e pouco mais. A grandeza dos clubes também se vê no património. Gostava que o futuro do clube passasse por criar património. Levámos agora com um soco no estômago mas tenho fé e acredito que nos vamos levantar e que, com a minha direcção e as outras que se seguirão, o futuro do clube é crescer, crescer, crescer. O Gil Vicente pertence a um grande concelho e é importante que as pessoas se reúnam em torno do clube, porque é o grande embaixador de Barcelos.

Entrevista por Pedro Luís Silva e Nuno Dantas publicada na edição de 17 de Junho de 2015 do Jornal de Barcelos.

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